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terça-feira, 10 de julho de 2012

Mais pinguins aparecem em praia de Maricá após resgate de uma dezena


Segundo subsecretaria, dez animais teriam morrido após ficarem presos em pedras porque não conseguiram nadar de volta até o alto mar. Espécie encontrada estaria em extinção 









Dez pinguins morreram e um foi resgatado nos últimos dois dias na praia de Ponta Negra, em Maricá. Os animais da espécie Spheniscus magellanicus ou conhecida também como ‘Pinguim de Magalhães’ ficaram presos nas pedras e não conseguiram nadar de volta para o oceano por conta da força das ondas.
Nesta terça-feira um pinguim foi levado pela corrente marítima até o canal de Ponta Negra e encontrado por equipes da subsecretaria municipal de Ambiente.
O animal resgatado foi levado para a sede da subsecretaria, no Centro. Está sendo alimentado e será encaminhado nesta quarta-feira para a Escola de Medicina e Veterinária, em Vargem Pequena, na Zona Oeste do Rio, onde receberá o tratamento adequado até ser encaminhado de volta ao mar.
Segundo informações da subsecretaria, esses habitantes típicos de terras geladas são jovens e foram trazidos pelas correntes marítimas frias provenientes da Patagônia, na região Sul da Argentina, ao buscarem alimentos. Eles teriam chegado ao litoral de Maricá, acrescenta a subsecretaria, após se perderem de um grupo da mesma espécie. A direção da corrente seria comum nessa época.
Espécie encontrada está em extinção- Os animais, ameaçados de extinção, começaram a aparecer na costa da cidade nas últimas três semanas. Os primeiros foram vistos nas praias de Barra de Maricá, Ponta Negra e Itaipuaçu.
Cuidados- A subsecretaria orienta os moradores a não retirar os animais do mar, porque há risco de contágio tanto para os pinguins quanto para o homem. Outro erro comum é resgatar o animal e colocá-lo em água gelada, acreditando que isso os deixará mais confortáveis. A orientação, nesses casos, é aquecê-los com um pano seco, porque em geral eles estão estressados e sofrendo por hipotermina.
Nos casos em que o animal estiver debilitado e sem condições de nadar, a população deve entrar em contato com o Corpo de Bombeiros pelo telefone de emergência 193 ou com a Subsecretaria de Ambiente (2637-8065).

Fonte: Prefeitura de Maricá 

terça-feira, 26 de junho de 2012

Saúde Pública de Maricá ganha moderno aparelho para ultrassonografias



Texto: Marcelo Moreira | Fotos: Clarildo Menezes
Novo equipamento foi instalado e está sendo testado antes de entrar em funcionamento, na próxima segunda (02/07).
Novos atendimentos a partir da próxima segunda-feira
A secretaria de Saúde acaba de adquirir um novo equipamento de Ultrassonografia, que começa a funcionar a partir da próxima segunda-feira (02/07) no Centro de Diagnóstico da Prefeitura, na Rua Domício da Gama.
O aparelho substitui o antigo equipamento, que recentemente havia apresentado problemas de funcionamento. A substituição já estava programada e representa um salto de qualidade no atendimento à população, já que o novo Ultrassom é capaz de realizar exames mais detalhados e com melhor resolução de imagem.
“O aparelho conta com o que há de mais avançado neste tipo de exames e o resultado deste investimento será constatado em diagnósticos mais precisos”, ressaltou o secretário de Saúde de Maricá, Carlos Alberto Malta Carpi.
A estimativa é que sejam feitos 200 exames por semana (diversos tipos de ultrassonografias, entre elas a abdominal, de mama e do aparelho urinário, além ecodoppler e exames vasculares). Esse número será ampliado em breve, quando o antigo aparelho, levado para manutenção, voltar a funcionar, também no Centro de Diagnóstico.
Para agendar os exames, basta ligar ou comparecer à Central de Regulação, que também fica na Rua Domício da Gama nº 433. O horário de atendimento é das 09h às 17h, de segunda a sexta-feira, e o telefone de contato é 2637-4098.

Serviço:
Como agendar os exames:
- Central de Regulação (2637-4098), de segunda à sexta-feira, das 09h às 17h
Onde são realizados os exames:
- Centro de Diagnóstico (Rua Domício da Gama, nº 433) 

Fonte: Prefeitura de Maricá

sexta-feira, 18 de maio de 2012

MARICÁ VAI TER CINEMA E CENTRO CULTURAL


 
O Centro sempre foi o bairro preferido dos prefeitos para fazer obras. O problema é que os governos passados só faziam obras por lá. Nessa gestão o Centro também tem passado por intervenções junto com, pelo menos, seis bairros.

Para resgatar a cultura na cidade, a antiga sede do Detran foi abaixo e um novo espaço está ganhando forma. Trata-se do Centro Centro Cultural Henfil, que vai trazer de volta uma sala de cinema para a cidade. É um projeto antigo do prefeito Washington Quaquá e que agora está caminhando de vento em popa.

“A gente tem que investir na cultura e na educação para que a nossa população tenha cada vez mais consciência crítica e conhecimento. Só assim teremos uma nação de verdade. E Maricá está caminhando a passos largos nessa direção”, garante o prefeito.

Além de cinema, que deve ter filmes a preços populares e que teve as obras iniciadas na semana passada, o espaço vai contar também com galeria de arte, bistrô e livraria.

Bem perto de onde será o centro cultural, uma transformação mudou a vida dos artesãos. O Mercado das Artes foi totalmente reformulado, ganhou paredes e telhado e hoje é bem mais agradável e organizado. O lugar tem virado point de toda a família nos fins de semana, já que fica aberto até altas horas.

A Prefeitura de Maricá tem também dado uma rejuvenescida em várias ruas do bairro, como a do Posto de Saúde Central. Isso sem contar na internet gratuita, na qual todos que tiverem computadores e smartphones podem acessar a rede gratuitamente.  
 

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Secretaria de Turismo planeja montar inventário turístico da cidade


Texto: Jorge André (edição de Marcelo Ambrosio) | Fotos: Felipe Teobaldo
Elson Ribeiro e Amaury Vicente
A realização do inventário turístico da cidade, algo inédito no município, está mais próxima de se tornar realidade. Na tarde desta quarta-feira, 16/05, o Secretário de Turismo e Lazer, Amaury Vicente,  reuniu-se na Casa Digital com subprefeitos e representantes de diversas secretarias municipais para discutir a necessidade urgente de se montar um diagnóstico turístico do município. “Não sabemos, por exemplo, o número de restaurantes de Maricá, que tipo de cardápio oferecem, nem o número de quartos de hotéis disponíveis no município. Estes e outros dados são fundamentais para estimular o desenvolvimento do turismo na cidade”.  Para realizar o levantamento a secretaria planeja estabelecer parcerias com outras secretarias e subprefeituras. “Os subprefeitos conhecem bem suas regiões. Desta forma ficará mais fácil o cadastramento de pousadas, restaurantes e de outros serviços”, comentou o secretário.
O inventário turístico é uma espécie de Raios- x do município. A partir dele é possível desenvolver um planejamento para o turismo na cidade. Poucos municípios do estado possuem esses dados de forma detalhada. Em Maricá, é a primeira vez que se pensa em uma iniciativa do gênero. “Estamos realizando vários eventos e projetos. Com o inventário vamos mostrar que podemos fazer mais”, avaliou o subsecretário de Turismo Elson Ribeiro.
Responsável pela elaboração do inventário, Izabel Oliveira detalhou os efeitos do projeto, que não se restringem apenas à atividade turística. “O trabalho vai dinamizar não só os setores diretamente relacionados com a área, mas outros, como o fazendário”, disse.
O Secretário de Turismo e lazer pediu o apoio de todos, inclusive com a cessão de funcionários para ajudar na catalogação. Para Amaury Vicente, a iniciativa fará com que muitos empresários da cidade busquem legalizar suas empresas. “Vamos divulgar no site da secretaria  e como isso será lido fora da cidade será importante para todos em Maricá”, completou.

Fonte: Prefeitura de Maricá

terça-feira, 8 de maio de 2012

A Delta e o dinheiro dos royalties de Maricá

A empresa Delta Construções SA, do empresário Fernando Cavendish visto em fotos e vídeos em viagens internacionais com o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, também tem ligações com a Prefeitura de Maricá. E não é pouca coisa.
Cavendish está abaixado ao lado do governador Sérgio Cabral
 Foto: Reprodução


Só de Janeiro a Julho de 2010, com recursos dos royalties, a empresa Delta Construções deteve, nada menos do que R$3.143.683,43 (Três milhões, cento e quarenta e três mil, seiscentos e oitenta e três reais e quarenta e três centavos).Confira clicando aqui.


Em outra lista, a Prefeitura de Maricá gasta o recurso dosroyalties do petróleo com aluguel de tendas e de estruturas para eventos. A listagem data fevereiro deste ano, presumindo os gastos com a realização do Carnaval com o dinheiro dos royaltiesConfira clicando aqui.


Há também um gasto de R$700,00 do dinheiro dos royalties do petróleo com Helena Rosely Fagundes Pelegrino, subsecretária na secretaria de cultura.


É o dinheiro dos royalties sendo usado para bancar os eventos da cidade? Isso seria até 'bom', se a educação, saúde, segurança, etc, estivessem indo bem, mas não é isso que vemos na realidade. 


Fonte: Maricá Infó 

sábado, 5 de maio de 2012

Ruas de Itaipuaçu ganham novos CEPs


Texto: Sérgio Renato | Fotos: Fernando Silva
Projeto que criou novos CEPs em Maricá chega a Itaipuaçu.
O resultado da parceria entre a Prefeitura de Maricá e os Correios para fornecer novos códigos de endereçamento postal (CEPs) para o município chegou esta semana a Itaipuaçu. Toda a extensão da Rua Professor Cardoso de Menezes (Rua Um) e suas vias transversais receberam placas com os códigos e também os nomes dos logradouros (novos e antigos), para oferecer a informação precisa aos moradores e a quem procura por um endereço.
O novo visual das novas placas foi aprovado pela população local. “Ficou muito bom, agora dificilmente a gente vai errar um endereço e a correspondência também vai chegar mais rápido, e ficou mais bonito também”, avaliou o comerciante Uriel Pessoa, de 58 anos e morador do bairro a cinco. O primeiro bairro a receber o benefício foi a Mumbuca, em janeiro.
A administração municipal investiu R$ 2 milhões no mapeamento aéreo do território (fotos via satélite) e no recadastramento de imóveis em 2011, para que os Correios efetivassem a divisão das 3.300 vias da cidade em diferentes CEPs. Esse trabalho foi realizado no segundo semestre do ano passado, por meio do projeto “Correios e prefeituras”.
Todos os novos CEPs criados já estão ativos no sistema dos Correios e, nos próximos dois anos, as demais vias da cidade também receberão as placas de sinalização. Os Correios já anunciaram, entre outras ações da empresa na cidade, a construção de uma agência em Inoã, bairro mais populoso de Maricá, até o final de 2012.
 

Comerciante do bairro, Uriel Pessoa, de 58 anos, aprovou a iniciativa.
Iniciativa está otimizando o serviço de entrega de correspondências na cidade.
Novas placas trazem os antigos e os novos nomes das ruas, para orientar os moradores sobre as mudanças.  

Consórcio “presta contas” sobre desenvolvimento da região do Comperj


Conleste visa beneficiar quem mora nas imediações do Complexo Petroquímico do Rio. Investimentos em melhorias custaram cerca de R$ 60 milhões

A reunião, que aconteceu no Museu de Arte Contemporânea, durou o dia todo  Foto: Evelen Gouvêa



O Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento da Região Leste Fluminense (Conleste) promoveu na última sexta-feira, no Museu de Arte Contemporânea (MAC), em Niterói, um encontro com a Petrobras e a Fundação Getúlio Vargas (FGV) para “prestar contas” sobre os projetos feitos pelo Conleste para melhorar a vida de pessoas que moram no entorno do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj). O projeto realizado pela FGV, que visa trazer melhorias para a saúde, educação, transporte, saneamento básico, entre outros, custou cerca de R$ 60 milhões. De acordo com o presidente do Conleste e prefeito de Tanguá, Carlos Pereira, a FGV tem avaliado os projetos idealizados pelos Consórcios e viabilizar as ações.
“O que a Fundação Getúlio Vargas tem feito é analisar e nos ajudar a pôr em prática os nossos objetivos para a população. Estamos correndo atrás de melhorias para essas pessoas que foram afetadas pelo Comperj. É importante lembrar que conseguimos trazer UPAs, Centros de Imagens, cursos de capacitação e muitos outros projetos”, completou.
A reunião teve a presença de autoridades como Wastington Quaquá, o prefeito de Maricá; Marcelo Veloso, representante regional do Ministério da Cultura; Paula Ravanelle, chefe da Área de Estudos Federativos da Secretaria de Assuntos Federativos da Presidência da República; Nelma Tavares Pereira, subsecretária de Ciência e Tecnologia de Niterói representando o Prefeito Jorge Roberto Silveira; Nilo Carvalho, presidente do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), entre outros.
O presidente do Comperj, Nilo Carvalho, falou sobre a importância do seminário. 
“O objetivo desse encontro, além de avaliar os projetos, é prestar contas para a população que de alguma forma está sendo afetada pelo Comperj. Queremos trazer melhorias para quem vive próximo a essa região”, disse.
De acordo com o prefeito de Maricá, o Comperj tem contribuído muito para o desenvolvimento das cidades do Leste Fluminense.
“Acho que esse seminário é muito importante, principalmente por causa do processo que estamos passando. É necessário integrar essa região, já que o Leste Fluminense é a região que mais vai crescer do ponto de vista econômico do estado do Rio e quem sabe do Brasil. Esse investimento feito pela Petrobras e pelo Governo Federal é a mola para o desenvolvimento. É fundamental que os municípios pensem em desenvolvimento, como trânsito, saúde, habitação, educação e muito mais”, disse.
Marcelo Veloso, representante regional do Ministério da Cultura, disse que a questão cultural também precisa ser debatida.
“A cultura estabelece um fator de desenvolvimento. A cultura gera empregos e oportunidades, ela estabelece e prevê a possibilidade de diálogo em diversas outras áreas, como educação, saúde, ciência e tecnologias”.
Paula Ravanelle, chefe da Área de Estudos Federativos da Secretaria de Assuntos Federativos da Presidência da República, disse que é preciso ser otimista quanto aos projetos.
“Quero trazer uma palavra de motivação, pois sei que as nossas necessidades do dia a dia são urgentes. Eu sei que fazer um planejamento regional não é um trabalho imediatista, eu sei que não dá resultados rápidos. O modelo federativo brasileiro é um modelo ainda muito carente. Nossos instrumentos ainda são precários para dar as respostas para as perguntas que a nossa sociedade tem, mas é preciso ter otimismo. Estamos muito atentos às iniciativas do Conleste e estaremos sempre presentes”.
Agenda 21 – É um guia para unir métodos de proteção da natureza, eficiência econômica e justiça social. A Agenda 21 descreve como devem ser atingidas as metas para melhorias em determinados locais. A iniciativa chegou a Itaboraí com a implantação do Polo Petroquímico e foi usada como forma de relacionamento com a região, tendo como meta o desenvolvimento sustentável. 



Fonte: O FLUMINENSE