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segunda-feira, 14 de maio de 2012

Vigilância eletrônica está em alta e traz lucros para o setor de segurança

Por: Henrique Moraes

Mercado brasileiro avança 11% com 18 mil empresas no segmento, que geram cerca de 200 mil empregos diretos e mais de 1,7 milhão de postos indiretos 










Um negócio que cresce uma média de 11% por ano e movimentou cerca de R$ 3,6 bilhões ano passado. Esse panorama, para lá de favorável, se refere ao mercado de sistemas eletrônicos de segurança. Existem no país mais de 18 mil empresas atuantes no segmento de sistemas eletrônicos de segurança, gerando cerca de 200 mil empregos diretos e mais de 1,7 milhão indiretos.
Segundo o diretor de comunicação da Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (Abese), Oswaldo Oggiam, o setor pode crescer muito mais, porém esbarra na cultura reativa e não preventiva no Brasil.
“Infelizmente um número ainda significativo de brasileiros só lembra de investir em segurança quando sofre alguma violência. Pelo menos, essa cultural já está mudando entre empresários de médias e pequenas empresas. Diferente ainda do cidadão comum que muitas vezes só pensa em instalar um sistema eletrônico de segurança em sua casa quando tem a residência invadida”, avalia.
Dados da Abese atestam o que Oggiam afirma. No Brasil, aproximadamente 88% do consumo de equipamentos de segurança eletrônica são originários do setor não-residencial. Oswaldo Oggiam comenta que a expectativa do setor, porém, é que a queda de preço dos equipamentos comece a mudar essa equação.
“Como este tipo de sistema está ficando cada vez mais simples e barato, em função dos avanços tecnológicos, a tendência é deste quadro mudar. É um mercado que tem muito a ser explorado”, analisa.
Contrabando - O grande obstáculo desse segmento é combater o contrabando. Da mesma forma como ocorreu no mercado de computadores pessoais, o setor de segurança eletrônica enfrenta o desafio de tomar o espaço ocupado pelo contrabando. Estima-se que o mesmo valor do mercado legal seja movimentado por equipamentos trazidos ilegalmente para o Brasil, como câmeras de vídeo e circuito interno de TV.
A Abese desenvolveu o Projeto de Lei 1759/07 que tramita na Câmara dos Deputados para regulamentar as empresas de segurança eletrônica.
“A ausência de fiscalização e regulamentações específicas para a segurança eletrônica são grandes barreiras ao desenvolvimento do setor”, afirma André Godinho, diretor da Alarm Sistemas Eletrônicos de Segurança. Godinho diz que sua empresa teve um crescimento de 20% no ano passado.
Uma das novidades da Alarm, apontada pelo seu diretor, é o monitoramento bilíngue.
“Com o desenvolvimento econômico do Brasil e a realização de diversos eventos internacionais, não somente Copa e Olimpíadas, nosso País está recebendo milhares de estrangeiras em busca de trabalho. Por isso, o monitoramento bilíngue tem sido muito solicitado por esses clientes que vêm morar aqui sem um bom domínio da nosso língua”, conta Godinho.
Conhecer bem o mercado, a concorrência, estar presente em palestras voltadas para o setor e feiras de fornecedores são de extrema importância para quem quer entrar no setor, na opinião de Nilton Ângelo Sanches, gerente administrativo da empresa Mania Eletro que atua há quatro anos na venda de equipamentos para segurança patrimonial.
“É fundamental também ter amplo conhecimento dos equipamentos que vende bem como os processos de instalação dos mesmos”, orienta.
Sanches conta que há 10 anos se ouvia falar de monitoramento apenas em grandes lojas, bancos e joalherias. “Hoje este cenário está mudando e moradores de qualquer residência podem adquirir o seu próprio sistema de alarme monitorado ou até mesmo alugados através de contratos de comodatos. Basta ter uma linha telefônica, pela qual os sinais são enviados a uma central de monitoramento”, explica . 
Com aproximadamente 120 itens, a Mania Eletro tem 50 clientes de revenda e já fez mais de 20 mil vendas diretas pela internet.
Sem pane: dicas para não fracassar
É um consenso que falta de investimentos mais eficazes em segurança pública motiva pessoas a fazerem uso cada vez mais de sistemas eletrônicos de monitoramento. Contudo, Denise Mury Rodrigues, diretora da Ser-tel Serviços Eletroeletrônicos, avalia que o consumo de produtos de segurança eletrônica vai além da vigilância.
“O cliente quer manter sua sensação de segurança e controle do seu ambiente pessoal. No Rio de Janeiro, deveria ter diminuído a demanda após a implantação das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), mas isto não ocorreu”, analisa.
Para o investidor no setor, a diretora da Ser-tel, que tem 44 anos no mercado, dá algumas dicas para não fracassar.
“Deve-se cumprir compromisso, prazos com o cliente e ter ótimo pós-venda, dando suporte após implantação”, orienta Denise Rodrigues, informando que a Ser-tel tem cerca de 15 mil clientes implantados e três mil clientes de atendimento continuo de assistência técnica. 
Equipamentos - Entre os aparelhos eletrônicos de segurança mais vendáveis no setor, a diretora da Ser-tel destaca o circuito fechado de TV (câmeras).
“ O CFTV está em alta há 15 anos. São os mais procurados e que oferecem mais variedade. Há também o controle de acesso que vem crescendo o consumo no Rio. Prédios comerciais têm procurado esta solução para diminuir o risco de visitas indesejadas”, aponta Denise Rodrigues citando ainda o alarme de intrusão com monitoramento 24 horas.
“São equipamentos instalados no ambiente e monitorados a distância. Ele permite que situações como invasão, coação e emergência médica sejam identificadas por um monitor e este execute procedimentos preestabelecidos para aquelas circunstâncias”

Fonte: O FLUMINENSE

sábado, 12 de maio de 2012

Pré sal em Maricá


Governo do Rio investe R$ 5,4 bilhões para levar Porto do Pré-Sal a Maricá
Jornal do Brasil |19/01/2012


O Estado do Rio vai ganhar um importante complexo com investimentos avaliados em R$ 5,4 bilhões. De acordo com o secretário de Desenvolvimento Econômico, Julio Bueno, o empreendimento Terminais Ponta Negra (TPN), que será instalado na Praia de Jaconé, em Maricá, pela empresa DTA Engenharia, pode ser chamado de Porto do Pré-Sal, já que é destinado à tancagem do óleo a ser produzido naquela região.


A área também tem vocação para se tornar uma das principais âncoras para escoar tanto o óleo do pré-sal para o Complexo Petroquímico do Estado do Rio de Janeiro (Comperj), em Itaboraí, como para abrigar de volta os derivados petroquímicos lá produzidos.


O porto terá capacidade para receber 850 mil barris de petróleo por dia, o equivalente a 40% da atual produção do país, e vai contar com uma nova tecnologia contra vazamento de óleo.


– Criamos uma tecnologia, que vamos patentear, que reduz o impacto de um eventual vazamento de óleo. Será uma cortina que liga os molhes (estruturas de pedra que cercam o porto, reduzindo as ondas no terminal). No caso de derramamento, ela subirá e deixará o óleo restrito à área do porto – disse João Acácio Gomes de Oliveira Neto, presidente da DTA, empresa que planejou mais de 30 portos no Brasil e no exterior. O projeto tem total apoio do Governo do Estado, que vai criar acessos ao novo porto a partir do Arco Metropolitano do Rio e pela Estrada de Ferro Leopoldina. A previsão é que a obra seja concluída até 2015, a fim de coincidir com a inauguração do Comperj.

Terminal terá estaleiro de reparos
Além da infraestrutura portuária e terminais de armazenagem de combustíveis, o terminal vai contar também com um estaleiro de reparos offshore.

– Vamos ter um excelente aproveitamento da área, que oferece condições naturais para as embarcações, com calado de 30 metros muito próximo à costa – afirmou o secretário Julio Bueno.

Segundo Bueno, o porto pode ser o início da redução de uso do Tebig (o terminal mais usado pela Petrobras no estado, em Angra dos Reis).

– Podemos ter a chance de retirar a atividade de petróleo da Ilha Grande – disse o secretário.

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Projeto Sob o Céu, Sob o Sol de Maricá: sucesso para público e comerciantes


Texto: Jorge André | Fotos: Felipe Teobaldo
Cantora e compositora Sharon Acioly destacou que o projeto valoriza o artista local.
A noite de ontem (10/05) foi provavelmente a melhor desde o início do Projeto Sob o Céu, Sob o Sol de Maricá na Praça Orlando de Barros Pimentel. Além do grande público que prestigiou o evento, a presença da cantora e compositora Sharon Acioly sentada assistindo ao show chamou atenção. “Cheguei ontem de Salvador para passar o Dia das Mães com minha mãe aqui no Rio, e como Maricá é pertinho aproveitei para rever os amigos”. A compositora de “Cada um no seu quadrado” e “Ai se eu te pego” não economizou elogios ao Sob o Céu, Sob o Sol de Maricá. “Achei a iniciativa muito legal. É importantíssimo porque valoriza o artista local, e abre espaço para que ele possa mostrar seu trabalho. A Prefeitura está de parabéns”.
Proprietário do Barril 94, Giorgio Genovese, está bastante satisfeito com o projeto. “Está muito bom. O número de clientes tem aumentado consideravelmente. É um projeto que valoriza o artista local e movimenta o comércio”, afirmou. O mesmo pensamento tem Luciano Lucena, do Café Du Porto. “A secretaria de Turismo está de parabéns pela iniciativa,”acrescentou.
O músico Edy Baiano, que sempre que pode aparece para uma apresentação, afirmou que são essas iniciativas que fazem com que o músico sinta ainda mais prazer em tocar. “Esse trabalho desenvolvido pela secretariade Turismo é fantástico para nós músicos. Sinto-me valorizado. E as pessoas elogiam muito este projeto”.
Hoje, sexta-feira, 11, o Sob o Céu, Sob o Sol de Maricá vai estar em dois  locais, no Bairro do Caxito, na Praça do Flamboyant, também conhecida como Praça Nova, e na Praça Conselheiro Macedo Soares, berço do Sob Céu Sob o Sol de Maricá. 

Dalva e Edy Baiano apresentaram o melhor da MPB.
Pública marca presença a cada edição do projeto.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Festival Internacional de Poesia no Mundo estará presente em Maricá


Festival integrante da Red Nuestra América de Festivales Internacionales de Poesía e co-fundador do Movimiento Poético Mundial, o FESTIVAL INTERNACIONAL DE POESIA PALAVRA NO MUNDO, nasce a partir do Proyecto Cultural SUR, coordenado pelo poeta e jornalista Tito Alvarado. Mais adiante, adquire vida própria e por trabalhar em Rede, sua força fundamental vem da intensa participação de todos e de cada um, em cada local onde se proponham a criar uma Ação Poética.

Acontecendo desde 2007, vem mantendo sempre seu caráter plural, horizontal, autogerenciado, livre e gratuito.

No Município de Maricá o Festival Internacional de Poesia estará presente em Inoã, São José do Imbassaí, Cordeirinho e em Zacarias. (agenda nos cartazes abaixo:

Cartaz_InoãCartaz_PVBPalavra no mundo_Cordeirinho.A4_2palavra_zacariasA4.imp
São, anualmente, dezenas de países, centenas de cidades, milhares de ações poéticas integradas que, ao longo dos últimos anos, vêm exercendo à plena voz, a Poesia.
Neste ano de 2012, em sua VI edição, se lerá Poesia em mais de 22 idiomas e o Festival já conta com a participação de 40 países, dezenas de Coordenadores, centenas de Organizadores locais, preparando eventos, reuniões, palestras, oficinas, recitais poéticos.
E neste ano, o FIP recebeu novas duas Coordenadoras: as poetas Maria Regina Moura e Patrícia Custódio, sediadas em Maricá, na Região dos Lagos, no Rio de Janeiro, que participam do FIP Palavra no Mundo, desde 2007, e já confirmaram ações nos Estados do Rio de Janeiro (Barra de São João, Maricá e Miguel Pereira); em São Paulo (capital); em Minas Gerais (Nova Lima) e no Rio Grande do Sul (Porto Alegre), somando exposições, palestras, dezenas e dezenas de diferentes atividades e mais de 100 leituras, com poetas, declamadores e artistas de outras áreas; contando com a participação, também, de professores e estudantes dos 3 níveis de ensino.
Sob a responsabilidade desta Coordenação, foi criado, por Patrícia Custódio, o primeiro blog do Festival, em Língua Portuguesa, que já alcança, além do Brasil, vários países do nosso idioma e os outros países onde o Festival vai acontecer, a partir de 10 de maio, até 22 de maio próximo: (http://fippalavranomundo.blogspot.com). O blog permanecerá divulgando as ações no Brasil e fora do país.
Maiores informações : contatos com a Coordenação podem ser feitos pelos e-mails:
Tel. para contato: (21) 26360012 

Maricá recebe representantes do Ministério da Cultura


Texto: Divulgação / Fernando Uchôa | Fotos: Divulgação
Encontro reuniu representantes do MinC e gestores locais.
Representantes do Ministério da Cultura estiveram esta semana em Maricá para discutir com os gestores locais a importância da adesão do município ao Sistema Nacional de Cultura (SNC).
O procedimento reafirma o compromisso dos municípios em manter o diálogo permanente com cada gestor cultural. O sistema permite ainda à sociedade defender a cultura como direito social e ser prioridade na construção de políticas públicas no país.
Convidados pela Secretaria Municipal de Cultura, estiveram em Maricá Fábio Lima Peixoto, representando os estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo; Valquíria Dias, estudiosa em diversidade cultural e cidadania; e Reginaldo Magalhães, especialista em políticas culturais, que apontaram os próximos passos para a consolidação do SNC em Maricá.
Cultura local
A delegação, acompanhada do secretário municipal de Cultura, Ricardo Cravo Albin, e seus subsecretários Myrtes Almada, Zola e Rosely Pellegrino, visitou três pontos de cultura maricaenses e discutiram aspectos importantes sobre o SNC e a realidade de cada um.
De acordo com o representante do MinC RJ/ES, Fábio Lima Peixoto, gestores têm percorrido as regiões dos dois estados com  o objetivo de aproximar e horizontalizar a relação entre os entes federados e de apoiar tecnicamente a aplicação das diretrizes nacionais de cultura em cada região.
Segundo o secretário municipal de Cultura, Ricardo Cravo Albin, “é meta da Secretaria aproximar, cada vez mais, o MinC dos nossos pontos de cultura”.

Consolidação
No dia 16 de maio, às 15h, no Ponto de Cultura GAM – Grupo de Artistas de Maricá, haverá reunião com artistas e agentes culturais do município, representantes do MinC e da Secretaria de Cultura, para discutir com a sociedade civil a elaboração do plano de trabalho para consolidação de Maricá ao SNC. O GAM fica na Rua Álvares de Castro, s/nº, em Araçatiba.
 

 

  

Prefeitura de Maricá entrega mais 565 cartões do Bilhete Único Universitário


 Mais 565 estudantes de Maricá poderão se deslocar para faculdades e instituições de cursos técnicos da Região Metropolitana utilizando o Bilhete Único. No próximo sábado, às 10h, a prefeitura entrega mais um lote de cartões na quadra do Complexo Esportivo Leonel de Moura Brizola, no bairro do Flamengo. Desde março deste ano, outros 435 alunos utilizam os cartões, que são recarregados mensalmente pela administração municipal com créditos de R$ 217,80. No total, serão mil estudantes beneficiados a partir de sábado. 
Na nova remessa foram incluídos, pela primeira vez, alunos de cursos técnicos – 80 no total. Os novos cartões já vêm com o primeiro crédito e a primeira passagem deve, obrigatoriamente, ser utilizada em ônibus do município para que o valor seja liberado. Os estudantes foram cadastrados durante os meses de março e abril pela Secretaria Municipal de Assistência Social no sistema do Riocard. Para pegar os cartões, os alunos devem comparecer no sábado com a carteira de identidade ou CPF.
Com o benefício concedido pela Prefeitura, duas passagens no intervalo de até duas horas e trinta minutos custam apenas R$ 4,95 – desde que uma delas seja em transporte municipal. A administração municipal investiu cerca de 217 mil na aquisição dos mil cartões.
A prefeitura criou este programa para permitir que os moradores da cidade se desloquem para instituições de ensino sem depender dos horários fixos do antigo transporte universitário. Segundo o consultor de vendas da Riocard da Região Metropolitana, Rogério Moraes, Maricá foi a primeira cidade na região a elaborar este projeto.

Fonte: Prefeitura Municipal de Maricá

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Prefeitura retira antiga estrutura metálica da Barra de Maricá


Texto: Sérgio Renato | Fotos: Paulo Polônio

Caminhão guincho retirou a antiga peça abandonada em Barra de Maricá
Governo foi autorizado pelo INEA a remover peça, símbolo do descaso e abandono de administrações passadas
Apontado como símbolo do abandono em um dos mais belos locais de Maricá, a velha estrutura metálica deixada há anos entre a lagoa e a praia da Barra está sendo retirada pela Secretaria Municipal de Ambiente e Urbanismo, também responsável pela nova ponte que está sendo construída no mesmo ponto. O órgão obteve autorização do Instituto Estadual do Ambiente (INEA) para retirar a peça de grande porte. A estrutura estava enterrada na areia e precisou ser cortada em partes.
“Estamos virando uma página da história de Maricá, que registrou um período de descaso com o dinheiro público em governos anteriores. Além disso, era uma coisa feia [referindo-se à antiga peça] que contrastava com um lugar tão bonito e tão procurado por moradores e turistas como é a Barra de Maricá”, ressaltou o prefeito Washington Quaquá, lembrando que a estrutura seria utilizada também em uma ponte no local, mas que a obra não avançou por motivos suspeitos.
A equipe que trabalha na construção da nova ponte da Barra não interrompeu as atividades nem mesmo durante os últimos feriados prolongados, para não atrasar o cronograma de obras. Os pilares já atingiram as profundidades pré-determinadas pelos estudos estruturais, que exigiram um cálculo especial em função do fato das colunas receberem, eventualmente, pressão de ondas do mar. Cada pilar terá cerca de 6,90 metros de altura e o vão central (sob o qual ficará o futuro canal com vazão controlada por comporta, para renovar a água das lagoas), terá 32,5 metros de comprimento.
Prevista para setembro e realizada com recursos próprios do governo municipal, a nova ponte terá 172 metros de extensão e vai integrar, definitivamente, os bairros de Guaratiba, Cordeirinho e Ponta Negra à região central da cidade. A prefeitura pretende ainda urbanizar o entorno da nova estrutura, com colocação de calçamento, instalação de quiosques, postes, lixeiras e bancos, além do plantio de árvores.

Sobras da antiga estrutura davam aspecto de abandono ao local, um dos mais visitados da cidade
Fonte: Prefeitura de Maricá

Prefeitura de Niterói: R$ 16 milhões para terminar o mergulhão

Por: Priscilla Aguiar

Próxima fase das intervenções no Centro de Niterói prevê implantação da estrutura, construção de passagem de nível, drenagem e pavimentação. Verba para a conclusão das obras foi liberada














Começa na próxima semana a terceira e última etapa da construção do mergulhão, na Avenida Marquês de Paraná, no Centro. Será realizada a implantação da estrutura do mergulhão e a construção de passagem de nível, drenagem, pavimentação e calçadas da via. Nessa última fase está previsto o custo de R$ 16 milhões, que já foram liberados pela Prefeitura de Niterói. De acordo com o presidente da NitTrans, Sérgio Marcolini, até o fim do ano a obra será entregue à população. Na primeira etapa, que durou de maio de 2011 a janeiro desse ano, foram feitos remanejamentos das redes de serviço, como as de água, esgoto e telefonia. Na segunda fase, iniciada em janeiro e finalizada essa semana, foi realizado o processo de cravação de estacas, colunas de ferro que servem para escoramento da terra para que fossem feitas as escavações e então colocada a estrutura do mergulhão.
Marcolini explicou que a terceira etapa tem maior custo, porém a mais complexa foi a primeira, pois envolvia negociação com as concessionárias das redes de serviços. Ele informou ainda que parte da verba da primeira fase foi custeada pelas concessionárias, o que reduziu  significativamente o custo para a prefeitura.
 “A primeira fase foi a mais complexa e a mais demorada porque  foi uma fase de negociação e tivemos que refazer todas as tubulações que passavam pela área. A segunda já foi mais rápida e a terceira acreditamos que seja feita até o fim do ano. Vamos fazer de tudo para que a obra seja entregue o mais rápido possível”, disse.
A obra, orçada em R$ 20 milhões, faz parte das intervenções para diminuir os engarrafamentos na cidade. Instalado a uma profundidade de quatro metros e meio em vão livre e com extensão de 274 metros, o mergulhão absorverá em duas faixas o fluxo de veículos provenientes da Avenida Jansen de Mello, em direção a Icaraí. Já os ônibus permanecerão com trajeto pela superfície. Sobre a laje da passagem viária subterrânea será instalado um ponto de integração do sistema de ônibus BRT. O mergulhão começou a ser construído em maio de 2011 e compreenderá o trecho entre as ruas Senador Nabuco e Doutor Celestino, em frente ao Hospital Universitário Antônio Pedro.


Fonte: O FLUMINENSE

Debates sobre terminais portuários de Angra dos Reis e Maricá acontecem na Alerj


Movimento em Jaconé luta pela não instalação do porto na regiãoA Comissão de Minas e Energia da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), presidida pelo deputado Rafael do Gordo (PSB), enviará a ata da audiência pública sobre a ampliação do Terminal Marítimo da Baía da Ilha Grande (Tebig) ao Governo do estado. “Acredito que as opiniões apresentadas nesta audiência contribuirão para o debate desta questão, que é de grande importância para o estado do Rio, e devem ser conhecidas oficialmente pelo Poder Executivo”, argumentou o deputado Gustavo Tutuca (PSB), que sugeriu o encontro à comissão. O secretário de Estado do Ambiente, Carlos Minc, participou da reunião, nesta quinta-feira (03/05), e defendeu o não licenciamento das obras de ampliação devido aos impactos negativos na biodiversidade, no turismo e na pesca da região.
“A Baía da Ilha Grande abriga o parque estadual mais importante do estado. É nossa obrigação não deixar que os impactos negativos desse empreendimento cheguem ao ponto de poluir as baías de Sepetiba e da Guanabara”, afirmou o secretário. Diante de manifestações contra a construção de um novo porto de petróleo na Praia da Reserva, em Maricá, Minc reiterou que não há relação entre os dois projetos. “Nenhum estudo foi feito sobre o projeto deste porto”, enfatizou. As secretarias de Estado do Ambiente, de Desenvolvimento Regional e de Desenvolvimento Econômico fazem parte do Grupo de Trabalho (GT) criado pelo Decreto 43.563, de 24 de abril, cuja função é formular um parecer conjunto sobre a viabilidade ecológica e econômica do projeto de expansão do Tebig.
Durante a audiência, o prefeito de Angra dos Reis, Tuca Jordão, criticou a ausência do município no GT e defendeu a ampliação do terminal. “Angra vai ser a maior prejudicada com a ausência dessas obras. As operações já acontecem há 35 anos sem nenhum acidente e temos os meios técnicos para provar a viabilidade destes empreendimentos”, argumentou. Segundo o coordenador executivo de Desenvolvimento e Logística da Petrobras Transporte S.A, a Transpetro, Paulo Pechinna, o projeto atende todos os quesitos analisados pela empresa – análise econômica, tempo de viabilidade e conformidade com as questões ambientais. “Com a ampliação do terminal, o Tebig irá se tornar o principal terminal exportador do País”, destacou.
O coordenador falou mais sobre a obra. “Esse terminal que já existe possui uma área própria total de 5 milhões de metros quadrados, mas só utiliza 25% desse terreno. Parte do projeto de expansão constava da ideia original de construção do terminal, que é da década de 70”, pontuou Pechinna. Ele acrescentou que, com a nova demanda do pré-sal, torna-se fundamental uma outra adequação aos volumes diários de petróleo que serão movimentados na região. Presente na audiência, o senador Lindbergh Faria (PT/RJ) defendeu a ampliação do Tebig. “Minha presença aqui se justifica para que eu possa ajudar na interlocução com o governador Sérgio Cabral e os secretários envolvidos. Também levarei as demandas a eles”, esclareceu.
Estiveram presentes na audiência os deputados federais Luiz Sérgio (PT/RJ) e Fernando Jordão (PMDB/RJ) e os deputados estaduais Inês Pandeló (PT) e Luiz Paulo (PSDB). 

terça-feira, 1 de maio de 2012

Um minuto de humor- Inoã Maricá

 



Forte temporal alaga ruas e causa transtornos em Niterói e São Gonçalo

Por: Priscila Aguiar

Chuva intensa atrapalha a vida da população e depósito do Detran fica parcialmente alagado. Córrego transbordou em Neves e Centro de Itaboraí fica caótico com inundação 









A forte chuva que começou a cair no início da tarde desta segunda-feira causou transtornos em vários pontos de Niterói e São Gonçalo. O depósito de carros do Detran-RJ, no bairro de São Lourenço, em
Niterói, ficou parcialmente alagado, mas a água não chegou a danificar os veículos. 
Perto dali, no Centro, várias ruas ficaram alagadas, inclusive a Avenida Visconde de Itaboraí, uma das principais da região. O trânsito na cidade ficou lento por conta do temporal
Já no bairro de Neves, em São Gonçalo, o volume de água foi tão grande que fez o córrego da Rua Maurício de Abreu transbordar, espalhando lixo pelo entorno e alagando a rua principal do local, a Rua Oliveira Botelho. Já no Porto Novo, a chuva alagou o final da Rua Joselina de Andrade. De acordo com o morador Suelio Batista, o endereço tem histórico de transtornos a cada temporal.
"A gente já encaminhou vários pedidos à Prefeitura para tomar alguma providência, mas sempre que chove, a rua fica nisso aí. Nada foi feito até agora", conta revoltado do morador.
Itaboraí- A chuva também provocou transtornos no município de Itaboraí. A chuva forte no município começou no fim da manhã. O temporal alagou vários trechos do município, principalmente os próximos ao Centro.
O fluxo de veículos em algumas vias ficou intenso por causa da falta de visibilidade e pontos de alagamento, porém, nenhuma ocorrência foi registrada pelos bombeiros e Defesa Civil.
Falta de luz
Em Niterói, no Fonseca, Zona Norte da Cidade, moradores relataram que permaneceram sem luz por mais de duas horas nesta segunda-feira. Em São Gonçalo, nos bairros Coelho, Raul Veiga e Alcântara, moradores reclamaram de problemas no fornecimento de energia elétrica durante a chuva. A energia ficou instável e por diversas vezes caiu . 


Fonte: O FLUMINENSE

sábado, 28 de abril de 2012




Tudo pronto para o show do Jorge Vercillo em Maricá.
Segurança de moradores e turistas é prioridade
A Prefeitura de Maricá mobilizou diversas secretarias para garantir segurança a moradores e turistas e tranquilidade no trânsito durante a festa do Trabalhador, que será realizada na próxima terça-feira (01/05), a partir fdas 20h, com o show do cantor Jorge Vercillo na Praça Orlando de Barros Pimentel, no Centro.
São aguardadas mais de 20 mil pessoas e, por isso, a prefeitura montou um esquema especial envolvendo órgãos como a Polícia Militar, a Guarda Municipal, a Defesa Civil e as secretarias de Transporte e Urbanismo.
Com 12 guardas de trânsito e quatro viaturas, a secretaria de Transporte será responsável pelo fechamento das ruas próximas ao palco para trânsito de veículo, das 18h às 2h. Até três horas da madrugada de quarta-feira (02/05), o local do evento será atendido por transporte público (serão cinco linhas municipais, táxis, mototáxis e vans).
O esquema de trânsito terá apoio da Guarda Municipal. Ao todo, serão mobilizados 12 guardas e duas viaturas. Os guardas municipais também atuarão em parceria com a secretaria de Urbanismo na proibição da venda irregular de bebidas e comidas e, ainda, em parceria com a Vigilância Sanitária, para controle da higienização e manipulação dos produtos oferecidos nas barracas credenciadas para a comercialização durante o evento.
Também estarão presentes três fiscais de Posturas da secretaria de Urbanismo para coibir a venda irregular de mercadorias. Somente será permitida a comercialização de produtos por pessoas previamente cadastradas na secretaria e com a apresentação das guias de pagamento das taxas de Trabalho Eventual de Ambulante, de Uso do Solo e da Vigilância Sanitária. Em caso de irregularidade, o fiscal de Postura poderá apreender o material e solicitar que a pessoa interrompa as vendas.
Pela Defesa Civil, o efetivo será de 12 agentes e duas viaturas. A força de trabalho ficará concentrada nas proximidades do palco, para fiscalização e auxílio a possíveis problemas quanto à eletricidade e uso de botijões de gás utilizado nas barracas. Em caso de necessidade, os agentes de Defesa Civil e os guardas municipais estão preparados para prestar atendimento básico de emergência. Vale ressaltar que uma ambulância do Samu com médico e enfermeiro estará de prontidão. O Hospital Municipal Conde Modesto Leal, no Centro, funcionará 24 horas.
Para manter a ordem urbana, 15 guardas da Polícia Militar e cinco viaturas irão atuar, dentre outras funções, para coibir estacionamento em locais irregulares, com reboque e aplicação de multas a possíveis infratores.
Veja abaixo quais ruas serão fechadas ao trânsito de veículo. O trânsito será desviado para ruas paralelas. A secretaria municipal de Transporte sugere a opção de utilizar a Rua Athayde Parreira (Rua da Delegacia). Outra opção é utilizar o acesso pelo bairro Flamengo.
- Rua Ribeiro de Almeida (rua dos bancos) na altura do Banco Santander;
- Rua Almeida Fagundes (próxima à Casa Digital);
- Rua Domício da Gama esquina com a Rua Alferes Gomes (Rua do Detran)
- Rua Domício da Gama esquina com a Rua Conselheiro Macedo Soares (Rua da Ampla) e
- Rua Álvares de Castro (próximo à Triângulo Seguros). 

  

Secretarias municipais mobilizadas para garantir a segurança dos moradores e turistas que pretendem curtir o evento.