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sábado, 19 de maio de 2012

Maricá se prepara para integrar Sistema Nacional de Cultura


Texto: Fernando Uchôa | Fotos: Clarildo Menezes
O encontro serviu para discutir ações na área cultural
O secretário municipal de Cultura de Maricá, Ricardo Cravo Albin, os subsecretários Myrthes Almada, Zola Xavier e Rosely Pellegrino, e dezenas de artistas maricaenses, participaram, na úiltima quarta-feira (16/05) de reunião sobre a integração do município ao Sistema Nacional de Cultura, implantado pelo Ministério da Cultura (MINC) em todo país. Na ocasião foram apresentadas as diretrizes e normas para que Maricá passe a fazer parte do sistema, bem como discutidas tanto a implantação de um Fundo Municipal de Cultura quanto a do Conselho Municipal de Cultura.
Representantes do Ministério da Cultura (MINC) para o Estado do Rio e Espírito Santo, Flavio Aniceto (produtor cultural e consultor do MINC/Unesco), Reginaldo Magalhães (coordenador de Políticas Culturais do MINC) e Rita Dirr (coordenadora do Núcleo de Cidadania e Diversidade Cultural do MINC), coordenaram a discussão. O foco principal foi o trabalho com a tridimensionalidade da cultura, tanto em seu caráter simbólico, quanto econômico e da cultura cidadã. Discutiu-se também formas de como o município pode se apropriar de cada um desses aspectos como proposta para o plano municipal, além de ações afirmativas que fortaleçam a cultura local. O aspecto simbólico compreende fazer o mapeamento e registro das diversas formas locais de cultura, em bens materiais e imateriais. A cidadania, o que da cultura local representa o município na região, no estado e no país. Já no aspecto econômico, o que essa cultura gera em termos de recursos para o município. “É preciso se organizar para saber que tipo de Conselho a sociedade quer, e organizar-se para representar de fato o município, em fóruns, seminários, conferências e discussões de interesse, que promovam o desenvolvimento cultural de Maricá”, declarou Fábio Aniceto.
Segundo o secretário municipal de Cultura, Ricardo Cravo Albin, Maricá pretende investir cada vez mais na cultura local. “A participação em eventos municipais e a representação em eventos estaduais e nacionais aumentam a capacidade de representação do município, ajudando-o a integrar-se no sistema nacional como um todo”, disse. Após a apresentação do Sistema, houve um debate com a plateia em torno do atual conselho e das políticas públicas no setor. Fizeram uso da fala, a gestora Regina Maria Moura (Ponto de Cultura), a artista Maria José (GAM) e o radialista Vicente Silva, entre outros. A subsecretária Myrthes lembrou que o Plano de Cultura está previsto para um prazo de 10 anos, com revisões periódicas a cada três anos, e que o Conselho Municipal será paritário (governo e sociedade civil) e gestor do Fundo de Cultura. O subsecretário Zola Xavier propôs a criação de um Fórum Permanente de Cultura e uma nova reunião do Conselho com os artistas locais, foi marcada para o dia 24 de maio, às 15h, na Secretaria Municipal de Cultura, à Praça Orlando de Barros Pimentel, s/nº, Centro, Maricá.

Fonte: Prefeitura de Maricá

sexta-feira, 18 de maio de 2012

CAPS de Maricá faz ação no Dia Nacional da Luta Antimanicomial



Texto: Rafael Zarôr 

Para comemorar o Dia Nacional da Luta Antimanicomial, os usuários do Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) de Maricá irão expor seus trabalhos, desenvolvidos nas oficinas da prefeitura. A atividade acontece a partir das 10h desta sexta-feira, dia 18/05, na Praça Orlando de Barros Pimentel, no Centro. Durante o evento, equipes do CAPS irão distribuir informativos sobre o programa realizado na cidade e tirar dúvidas da população.
O Centro de Atenção Psicossocial funciona na Rua Clímaco Pereira, 241, no Centro. Uma equipe interdisciplinar (formada por psicólogos, assistentes sociais, enfermeiros, técnicos de enfermagem, fisioterapeutas e oficineiros) atende cerca de 100 pessoas maiores de 18 anos. O programa da Secretaria de Saúde atua em parceria com as secretarias municipais de Esportes, Educação, Assistência Social e Direitos Humanos, através da Casa da 1ª a 3ª Idade.


Fonte: Prefeitura de Maricá

terça-feira, 15 de maio de 2012

Maricá sedia 3º Circuito Fluminense de Corrida Rústica


Texto: Fernando Uchôa
No dia 20 de maio, o município de Maricá vai receber o 3º Circuito Fluminense de Corrida Rústica e Caminhadas. O evento, pela primeira vez realizado no município, trará atletas de outras cidades e estados, para disputar o percurso de rua. A prova, com início às 9h, será disputada na Rua Um, em Itaipuaçu (3º Distrito) com um percurso de 5 mil metros (ida e volta), partindo da praia. Para as inscrições, pede-se apenas a doação de um quilo de alimento não perecível.  Os vencedores da competição receberão medalhas.




A corrida rústica é uma modalidade esportiva muito praticada na Europa e nos Estados Unidos. No Brasil, há provas sendo realizadas em diversos estados como Minas Gerais, São Paulo e Paraná, entre outros. O evento é uma realização da Federação de Atletismo do Estado do Rio de Janeiro, em parceria com a Secretaria Municipal de Esportes de Maricá, com patrocínio da Caixa Econômica Federal e apoio do Governo do Estado do Rio de Janeiro.
No dia 19/05, véspera da competição, acontecerá um seminário com workshop sobre atletismo, voltado para a qualificação de professores de Maricá, com certificado de participação.  À tarde, no mesmo dia, será a vez das crianças e adolescentes participarem de uma oficina de mini-atletismo ministrada pelos
professores de educação física, que colocarão o aprendizado do workshop da manhã, em prática.
De acordo com o secretário municipal de Esportes de Maricá, Leonardo Mozer, “a intenção é mostrar o potencial do município em esportes diversos. Temos recordistas em natação, karatê, tiro com arco, futsal, futebol de campo, e estamos investindo nas novas gerações”,  explica, ressaltando que é a primeira vez que a cidade recebe uma corrida desse porte.
As inscrições para o 3º Circuito Fluminense de Corrida Rústica e Caminhada serão realizadas até sexta-feira (18/05), na Secretaria Municipal de Esportes, à Rua Álvares de Castro, 346, Centro, Maricá. Maiores informações, pelo telefone (021) 3731-1756.

Segunda edição do Maricá Velocross acontecerá em junho


Texto: Leandra Costa
As provas acontecem sob sol ou sob shuva
Devido ao sucesso da primeira disputa, em janeiro deste ano, a cidade será, novamente, palco de mais um evento de esportes radicais. O II Maricá Velocross acontecerá nos dias 23 e 24 de junho, na Fazenda Machado, localizada na Estrada do bairro Espraiado. Estão sendo aguardados mais de 150 pilotos de diversos locais do estado, como Petrópolis, Teresópolis e Cabo Frio, além de competidores de outros estados – Santa Catarina.
De acordo com um dos organizadores, Gustavo Machado, serão disputadas nove categorias: mini motos; local força livre; força livre nacional; força livre importada; trilheiros nacional; 230 cilindradas; sênior 30; sênior 40 e MX2 Motos. Além das duas edições do Maricá Velocross, Gustavo já realizou no município outras duas referentes ao Cross Country, em janeiro e junho de 2011. O evento tem o apoio da Prefeitura de Maricá.
Segundo Gustavo Machado o dia 23/06, sábado, será dedicado aos treinos livres a partir das 9h e, no domingo, 24/04, a competição terá início às 11h30.  O organizador acrescentou que a competição está confirmada independentemente das condições do tempo. “Com sol ou chuva, o público poderá conferir a realização das provas”, salientou Gustavo.
Como novidade para a segunda edição da competição os vencedores receberão troféus e premiação em dinheiro, no valor de R$ 3 mil, divididos para todas as categorias.

Pelo menos 150 pilotos são aguardados

Defensoria Pública: Duplicação da Contorno não saiu do papel

Por: Ciro Cavalcante 

A Autopista Fluminense informou que o processo de liberação das áreas necessárias para as obras segue em conformidade com as leis vigentes 










As obras da duplicação da Avenida do Contorno estão na mira da Defensoria Pública da União (DPU). O defensor público André da Silva Ordacgy moveu uma ação pública civil, pedindo o início imediato das obras. Segundo ele, não existem motivos concretos para a obra ainda não ter começado. Ele relatou que um processo administrativo foi realizado no fim do ano passado para investigar os constantes engarrafamentos na área, onde foram identificados problemas de várias ordens, como a atuação irregular de ambulantes e a irregularidade dos próprios motoristas que utilizam a via. No entanto, o problema central, e já conhecido, é a necessidade de alargamento da via. “A obra é importante, a necessidade de executá-la é urgente e os projetos já estão prontos. Por isso, uma ação pública foi movida pedindo o ajuizamento para que as obras tenham início imediatamente. Esperamos que isso ocorra dentro de 30 dias, após a liminar do juiz que vai avaliar o caso, que deve ocorrer em junho”, disse. 
A Autopista Fluminense, concessionária responsável pelo empreendimento, informou que o processo de liberação das áreas necessárias para as obras de ampliação da Avenida do Contorno segue em conformidade com as leis vigentes. A pedido da Agência Reguladora, a concessionária desenvolveu um novo projeto funcional para o trecho mais próximo à Ponte (entre o Km 320,9 e o Km 322,1), que já foi aprovado. 
No momento, a Autopista está trabalhando no projeto executivo que também será enviado para análise e aprovação da ANTT, e tão logo estas áreas sejam disponibilizadas, as obras serão iniciadas. Eles informaram também que o Ibama poderá retificar a Licença de Instalação (LI) deste novo traçado após análise dos novos estudos ambientais desta região, que estão em finalização. 
Devido à retomada do projeto de passagem das pistas pelo lado dos estaleiros, a ANTT informou que eles dependem da aprovação da Casa Civil para desapropriar essa área, além da atualização da licença de instalação, já solicitada ao Ibama - uma vez que o projeto executivo da obra foi aprovado em agosto/2010 juntamente com a licença de implantação, que, na época, seria realizado por outra área. 
As obras da duplicação da Avenida do Contorno, da BR-101/RJ, retomaram o projeto inicial, no qual seria necessária a desapropriação de parte dos estaleiros, por falta de uma previsão de quando um trecho do Cemitério do Maruí poderá ser desapropriado – o que seria um segundo plano das obras.


Fonte: O FLUMINENSE

Multas na seletiva da Roberto Silveira já estão valendo

Por: Lislane Rottas 

Faixa exclusiva para ônibus na avenida da Zona Sul de Niterói agora só pode ser utilizada em raros casos, e quem desobedecer será multado. Panfletos são distribuídos para orientar motoristas 
 












 



 

Quem se arriscou e trafegou pela faixa seletiva da Avenida Roberto Silveira pode ter levado uma multa, já que começou a vigorar na segunda-feira a proibição para os carros de passeio impedidos de utilizar o espaço destinado a ônibus.
O presidente da NitTrans, Sérgio Marcolini, informou que estão sendo distribuídos panfletos para orientar os motoristas.
Marcolini disse ainda que existem algumas exceções em que os motoristas podem trafegar pela faixa exclusiva: quando o veículo for entrar em algum imóvel e acessar postos de gasolina e ruas à direita.
“Os agentes ficam posicionados nas esquinas e eles sabem identificar quem vai acessar a faixa para fazer estes tipos de conversão ou não. Nosso intuito não é sair aplicando multas, mas conscientizar os motoristas que a seletiva só pode ser usada por ônibus, táxis e transportes escolares devidamente sinalizados”, declarou. A NitTrans recomenda que sejam evitadas manobras bruscas no acesso às pistas exclusivas.
Opiniões - O uso da faixa exclusiva para ônibus deixou as opiniões divididas. O dono de um posto de gasolina na Avenida Roberto Silveira declarou que o movimento caiu em 40%, depois do uso da seletiva. “Eu percebi que os clientes estão com medo de entrar na seletiva e parar no posto para abastecer, porque estão receosos de serem multados. Não sou contra as mudanças, só acho que o comércio não pode ser prejudicado”, afirmou Oswaldo Esteves, de 49 anos.
Já o consultor de vendas Henrique Costa, de 34 anos, acha que a mudança é positiva. “Eu acho muito válido porque com certeza isso vai desafogar o trânsito caótico de Niterói, é só prestar atenção na sinalização do trânsito”, declarou.

Fonte: O FLUMINENSE

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Vigilância eletrônica está em alta e traz lucros para o setor de segurança

Por: Henrique Moraes

Mercado brasileiro avança 11% com 18 mil empresas no segmento, que geram cerca de 200 mil empregos diretos e mais de 1,7 milhão de postos indiretos 










Um negócio que cresce uma média de 11% por ano e movimentou cerca de R$ 3,6 bilhões ano passado. Esse panorama, para lá de favorável, se refere ao mercado de sistemas eletrônicos de segurança. Existem no país mais de 18 mil empresas atuantes no segmento de sistemas eletrônicos de segurança, gerando cerca de 200 mil empregos diretos e mais de 1,7 milhão indiretos.
Segundo o diretor de comunicação da Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (Abese), Oswaldo Oggiam, o setor pode crescer muito mais, porém esbarra na cultura reativa e não preventiva no Brasil.
“Infelizmente um número ainda significativo de brasileiros só lembra de investir em segurança quando sofre alguma violência. Pelo menos, essa cultural já está mudando entre empresários de médias e pequenas empresas. Diferente ainda do cidadão comum que muitas vezes só pensa em instalar um sistema eletrônico de segurança em sua casa quando tem a residência invadida”, avalia.
Dados da Abese atestam o que Oggiam afirma. No Brasil, aproximadamente 88% do consumo de equipamentos de segurança eletrônica são originários do setor não-residencial. Oswaldo Oggiam comenta que a expectativa do setor, porém, é que a queda de preço dos equipamentos comece a mudar essa equação.
“Como este tipo de sistema está ficando cada vez mais simples e barato, em função dos avanços tecnológicos, a tendência é deste quadro mudar. É um mercado que tem muito a ser explorado”, analisa.
Contrabando - O grande obstáculo desse segmento é combater o contrabando. Da mesma forma como ocorreu no mercado de computadores pessoais, o setor de segurança eletrônica enfrenta o desafio de tomar o espaço ocupado pelo contrabando. Estima-se que o mesmo valor do mercado legal seja movimentado por equipamentos trazidos ilegalmente para o Brasil, como câmeras de vídeo e circuito interno de TV.
A Abese desenvolveu o Projeto de Lei 1759/07 que tramita na Câmara dos Deputados para regulamentar as empresas de segurança eletrônica.
“A ausência de fiscalização e regulamentações específicas para a segurança eletrônica são grandes barreiras ao desenvolvimento do setor”, afirma André Godinho, diretor da Alarm Sistemas Eletrônicos de Segurança. Godinho diz que sua empresa teve um crescimento de 20% no ano passado.
Uma das novidades da Alarm, apontada pelo seu diretor, é o monitoramento bilíngue.
“Com o desenvolvimento econômico do Brasil e a realização de diversos eventos internacionais, não somente Copa e Olimpíadas, nosso País está recebendo milhares de estrangeiras em busca de trabalho. Por isso, o monitoramento bilíngue tem sido muito solicitado por esses clientes que vêm morar aqui sem um bom domínio da nosso língua”, conta Godinho.
Conhecer bem o mercado, a concorrência, estar presente em palestras voltadas para o setor e feiras de fornecedores são de extrema importância para quem quer entrar no setor, na opinião de Nilton Ângelo Sanches, gerente administrativo da empresa Mania Eletro que atua há quatro anos na venda de equipamentos para segurança patrimonial.
“É fundamental também ter amplo conhecimento dos equipamentos que vende bem como os processos de instalação dos mesmos”, orienta.
Sanches conta que há 10 anos se ouvia falar de monitoramento apenas em grandes lojas, bancos e joalherias. “Hoje este cenário está mudando e moradores de qualquer residência podem adquirir o seu próprio sistema de alarme monitorado ou até mesmo alugados através de contratos de comodatos. Basta ter uma linha telefônica, pela qual os sinais são enviados a uma central de monitoramento”, explica . 
Com aproximadamente 120 itens, a Mania Eletro tem 50 clientes de revenda e já fez mais de 20 mil vendas diretas pela internet.
Sem pane: dicas para não fracassar
É um consenso que falta de investimentos mais eficazes em segurança pública motiva pessoas a fazerem uso cada vez mais de sistemas eletrônicos de monitoramento. Contudo, Denise Mury Rodrigues, diretora da Ser-tel Serviços Eletroeletrônicos, avalia que o consumo de produtos de segurança eletrônica vai além da vigilância.
“O cliente quer manter sua sensação de segurança e controle do seu ambiente pessoal. No Rio de Janeiro, deveria ter diminuído a demanda após a implantação das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), mas isto não ocorreu”, analisa.
Para o investidor no setor, a diretora da Ser-tel, que tem 44 anos no mercado, dá algumas dicas para não fracassar.
“Deve-se cumprir compromisso, prazos com o cliente e ter ótimo pós-venda, dando suporte após implantação”, orienta Denise Rodrigues, informando que a Ser-tel tem cerca de 15 mil clientes implantados e três mil clientes de atendimento continuo de assistência técnica. 
Equipamentos - Entre os aparelhos eletrônicos de segurança mais vendáveis no setor, a diretora da Ser-tel destaca o circuito fechado de TV (câmeras).
“ O CFTV está em alta há 15 anos. São os mais procurados e que oferecem mais variedade. Há também o controle de acesso que vem crescendo o consumo no Rio. Prédios comerciais têm procurado esta solução para diminuir o risco de visitas indesejadas”, aponta Denise Rodrigues citando ainda o alarme de intrusão com monitoramento 24 horas.
“São equipamentos instalados no ambiente e monitorados a distância. Ele permite que situações como invasão, coação e emergência médica sejam identificadas por um monitor e este execute procedimentos preestabelecidos para aquelas circunstâncias”

Fonte: O FLUMINENSE

sábado, 12 de maio de 2012

Novas luminárias chegam a Bambuí


Texto: Sérgio Renato | Fotos: Fernando Silva

Novas luminárias reforçam iluminação pública e melhoram a segurança na cidade
Depois de passar pelos bairros da Mumbuca, Cajueiros e Ubatiba, as novas luminárias que estão sendo instaladas pela Subsecretaria de Energia e Iluminação Pública de Maricá chegaram esta semana ao Bambuí. As peças foram instaladas na Estrada de Bambuí, no trecho entre a ponte do canal que corta o bairro até as imediações de um conhecido bar, na área mais populosa da região.
Na Estrada dos Cajueiros, que já recebeu as luminárias, a equipe da subsecretaria realizou a extensão da rede de cabos entre os postes do trecho inicial da via, com cerca de 550 metros. O trabalho ocorreu nesta sexta-feira (11/5) e, segundo os técnicos, a iluminação foi ativada no mesmo dia.

Pré sal em Maricá


Governo do Rio investe R$ 5,4 bilhões para levar Porto do Pré-Sal a Maricá
Jornal do Brasil |19/01/2012


O Estado do Rio vai ganhar um importante complexo com investimentos avaliados em R$ 5,4 bilhões. De acordo com o secretário de Desenvolvimento Econômico, Julio Bueno, o empreendimento Terminais Ponta Negra (TPN), que será instalado na Praia de Jaconé, em Maricá, pela empresa DTA Engenharia, pode ser chamado de Porto do Pré-Sal, já que é destinado à tancagem do óleo a ser produzido naquela região.


A área também tem vocação para se tornar uma das principais âncoras para escoar tanto o óleo do pré-sal para o Complexo Petroquímico do Estado do Rio de Janeiro (Comperj), em Itaboraí, como para abrigar de volta os derivados petroquímicos lá produzidos.


O porto terá capacidade para receber 850 mil barris de petróleo por dia, o equivalente a 40% da atual produção do país, e vai contar com uma nova tecnologia contra vazamento de óleo.


– Criamos uma tecnologia, que vamos patentear, que reduz o impacto de um eventual vazamento de óleo. Será uma cortina que liga os molhes (estruturas de pedra que cercam o porto, reduzindo as ondas no terminal). No caso de derramamento, ela subirá e deixará o óleo restrito à área do porto – disse João Acácio Gomes de Oliveira Neto, presidente da DTA, empresa que planejou mais de 30 portos no Brasil e no exterior. O projeto tem total apoio do Governo do Estado, que vai criar acessos ao novo porto a partir do Arco Metropolitano do Rio e pela Estrada de Ferro Leopoldina. A previsão é que a obra seja concluída até 2015, a fim de coincidir com a inauguração do Comperj.

Terminal terá estaleiro de reparos
Além da infraestrutura portuária e terminais de armazenagem de combustíveis, o terminal vai contar também com um estaleiro de reparos offshore.

– Vamos ter um excelente aproveitamento da área, que oferece condições naturais para as embarcações, com calado de 30 metros muito próximo à costa – afirmou o secretário Julio Bueno.

Segundo Bueno, o porto pode ser o início da redução de uso do Tebig (o terminal mais usado pela Petrobras no estado, em Angra dos Reis).

– Podemos ter a chance de retirar a atividade de petróleo da Ilha Grande – disse o secretário.

Nasce o Juventude Unificada de Maricá



Da redação - João Henrique 


O movimento de jovens denominado Juventude Unificada nasceu nesta quinta-feira (10) em Maricá a partir da demanda que tem a cidade de uma juventude conscientizada e unida para defender o que o jovem tem direito.
Parte do movimento posa para foto.
Formado por líderes e por diversos membros de juventudes partidárias, o 'Juventude Unificada' já planeja suas primeiras ações.
Na reunião foram discutidas políticas públicas para a juventude, como a qualificação profissional dos jovens para a criação, a partir de já de um futuro 'decente' para a cidade de Maricá.


Também foi debatido o assunto de mais repercussão em Maricá, a corrupção, que, segundo um consenso do movimento é representado pela figura do atual governo municipal do PT. 
 
Fonte: Maricá infó

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Projeto Sob o Céu, Sob o Sol de Maricá: sucesso para público e comerciantes


Texto: Jorge André | Fotos: Felipe Teobaldo
Cantora e compositora Sharon Acioly destacou que o projeto valoriza o artista local.
A noite de ontem (10/05) foi provavelmente a melhor desde o início do Projeto Sob o Céu, Sob o Sol de Maricá na Praça Orlando de Barros Pimentel. Além do grande público que prestigiou o evento, a presença da cantora e compositora Sharon Acioly sentada assistindo ao show chamou atenção. “Cheguei ontem de Salvador para passar o Dia das Mães com minha mãe aqui no Rio, e como Maricá é pertinho aproveitei para rever os amigos”. A compositora de “Cada um no seu quadrado” e “Ai se eu te pego” não economizou elogios ao Sob o Céu, Sob o Sol de Maricá. “Achei a iniciativa muito legal. É importantíssimo porque valoriza o artista local, e abre espaço para que ele possa mostrar seu trabalho. A Prefeitura está de parabéns”.
Proprietário do Barril 94, Giorgio Genovese, está bastante satisfeito com o projeto. “Está muito bom. O número de clientes tem aumentado consideravelmente. É um projeto que valoriza o artista local e movimenta o comércio”, afirmou. O mesmo pensamento tem Luciano Lucena, do Café Du Porto. “A secretaria de Turismo está de parabéns pela iniciativa,”acrescentou.
O músico Edy Baiano, que sempre que pode aparece para uma apresentação, afirmou que são essas iniciativas que fazem com que o músico sinta ainda mais prazer em tocar. “Esse trabalho desenvolvido pela secretariade Turismo é fantástico para nós músicos. Sinto-me valorizado. E as pessoas elogiam muito este projeto”.
Hoje, sexta-feira, 11, o Sob o Céu, Sob o Sol de Maricá vai estar em dois  locais, no Bairro do Caxito, na Praça do Flamboyant, também conhecida como Praça Nova, e na Praça Conselheiro Macedo Soares, berço do Sob Céu Sob o Sol de Maricá. 

Dalva e Edy Baiano apresentaram o melhor da MPB.
Pública marca presença a cada edição do projeto.

Eike Batista compra 50% das ações do festival Rock in Rio e se torna sócio- Bairros de Maricá Brasil

Por: Dayana Resende 11/05/2012

Parceria vai possibilitar expansão do evento para Ásia e Estados Unidos. Ivan Lins e George Benson estão confirmados na próxima edição do festival que acontecerá em 2013














Uma apresentação de Ivan Lins e George Benson, atrações do primeiro Rock in Rio, em 1985, antecedeu a fala dos empresários Roberto Medina e Eike Batista, nesta sexta-feira, no encontro que oficializou a entrada do Grupo IMX no Rock in Rio, com a compra de 50% das ações. A parceria vai possibilitar a expansão do festival para Ásia e Estados Unidos. Questionado sobre o valor do investimento, Eike foi taxativo: “O suficiente”, e acrescentou: “Houve um encontro de almas. Temos os mesmos objetivos, a mesma paixão pelo Rio. Acho que trabalhamos juntos em outras épocas”, brincou.
Medina, idealizador e produtor do projeto, lembrou as dificuldades dos primeiros eventos e falou sobre o sucesso do festival. No ano passado, os 700 mil ingressos esgotaram em quatro dias, sendo 100 mil vendidos antes de serem anunciadas as atrações. Ivan Lins e George Benson foram confirmados para a próxima edição, que terá cerca de 10 a 15 mil ingressos a menos, para melhorar a circulação.


Fonte: O FLUMINENSE

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Festival Internacional de Poesia no Mundo estará presente em Maricá


Festival integrante da Red Nuestra América de Festivales Internacionales de Poesía e co-fundador do Movimiento Poético Mundial, o FESTIVAL INTERNACIONAL DE POESIA PALAVRA NO MUNDOnasce a partir do Proyecto Cultural SUR, coordenado pelo poeta e jornalista Tito Alvarado. Mais adiante, adquire vida própria e por trabalhar em Rede, sua força fundamental vem da intensa participação de todos e de cada um, em cada local onde se proponham a criar uma Ação Poética.

Acontecendo desde 2007, vem mantendo sempre seu caráter plural, horizontal, autogerenciado, livre e gratuito.

No Município de Maricá o Festival Internacional de Poesia estará presente em Inoã, São José do Imbassaí, Cordeirinho e em Zacarias. (agenda nos cartazes abaixo:

Cartaz_InoãCartaz_PVBPalavra no mundo_Cordeirinho.A4_2palavra_zacariasA4.imp
São, anualmente, dezenas de países, centenas de cidades, milhares de ações poéticas integradas que, ao longo dos últimos anos, vêm exercendo à plena voz, a Poesia.
Neste ano de 2012, em sua VI edição, se lerá Poesia em mais de 22 idiomas e o Festival já conta com a participação de 40 países, dezenas de Coordenadores, centenas de Organizadores locais, preparando eventos, reuniões, palestras, oficinas, recitais poéticos.
E neste ano, o FIP recebeu novas duas Coordenadoras: as poetas Maria Regina Moura e Patrícia Custódio, sediadas em Maricá, na Região dos Lagos, no Rio de Janeiro, que participam do FIP Palavra no Mundo, desde 2007, e já confirmaram ações nos Estados do Rio de Janeiro (Barra de São João, Maricá e Miguel Pereira); em São Paulo (capital); em Minas Gerais (Nova Lima) e no Rio Grande do Sul (Porto Alegre), somando exposições, palestras, dezenas e dezenas de diferentes atividades e mais de 100 leituras, com poetas, declamadores e artistas de outras áreas; contando com a participação, também, de professores e estudantes dos 3 níveis de ensino.
Sob a responsabilidade desta Coordenação, foi criado, por Patrícia Custódio, o primeiro blog do Festival, em Língua Portuguesa, que já alcança, além do Brasil, vários países do nosso idioma e os outros países onde o Festival vai acontecer, a partir de 10 de maio, até 22 de maio próximo: (http://fippalavranomundo.blogspot.com). O blog permanecerá divulgando as ações no Brasil e fora do país.
Maiores informações : contatos com a Coordenação podem ser feitos pelos e-mails:
Tel. para contato: (21) 26360012